Depois do “quase”, qualquer coisa simples ganhou outro contorno.
Um café na cozinha.
Um “boa noite” no corredor.
Até o toque acidental de mão ao passar um prato na mesa.
Eu via o desconforto nele também. Ele evitava ficar sozinho comigo em cômodos pequenos. Chamava Ana ou Lúcia mais vezes do que o necessário. Mantinha uma distância física calculada.
Mas, ao mesmo tempo, parecia ainda mais presente na rotina.
Passava mais tempo em casa no fim do dia. Participava de mais jantares. Ia a mais reuni