Capítulo XLVII - Vitor

Sangue, tiros, frio, era nisso que tinha se transformado as primeiras horas na casa nova. Segurei o corpo de Miguel em meus braços enquanto esperava a ambulância e não importou o quanto eu pedi ou dei tapinhas em seu rosto, ele não voltou.

Ainda não conseguia acreditar que Bruno estava por trás de tudo aquilo, confiamos nele durante tanto tempo, ele vivia na casa, comia com a gente, sabia de tudo sobre nós, e isso me deixava ainda mais incrédulo, se eu não tivesse visto ele saindo correndo da c
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