Isabella parou, surpresa, como se o mundo ao redor tivesse diminuído o ritmo apenas para que aquelas palavras pudessem penetrar fundo em sua alma. O tom suave, mas firme, de Antonella carregava algo raro, um reconhecimento que não era apenas cortesia ou educação, mas um gesto genuíno, vindo de um lugar íntimo e silencioso. Era o tipo de coisa que não se pedia, que não se comprava, que não se forçava.
O olhar de Antonella tinha peso e tinha luz. Nele, Isabella viu gratidão, aceitação… e talvez a