Mundo ficciónIniciar sesiónFrancesca Adorno entrou no meu quarto como se fosse dona do lugar.
Não pediu licença. Não esperou um convite. Apenas deslizou pela porta com a elegância de quem estava acostumada a entrar em qualquer ambiente sem encontrar resistência. Seus olhos verdes percorreram o espaço com uma velocidade calculista — a cama desfeita, os livros na penteadeira, o casaco jogado na poltrona, a xícara de chá frio sobre a mesa. Cada detalhe foi







