Mundo ficciónIniciar sesiónO sol da manhã entrava pelas janelas da sala de brinquedos, pintando o chão de ouro. Matteo e eu estávamos no tapete, cercados por lápis de cor e papéis espalhados. Ele desenhava um sol enorme, daqueles que só crianças sabem fazer — redondo, amarelo, com raios que pareciam braços abertos para abraçar o mundo.
— Bia — disse ele, concentrado —, o sol do bebê vai ser igual ao meu?
— V







