Ana voltou para o quarto logo depois de sair do escritório.
Fechou a porta atrás de si com mais cuidado do que o habitual, como se o som pudesse carregar algo que ela ainda não tinha decidido sentir. Caminhou até a cama sem acender a luz, sentou-se por um instante e respirou fundo, permitindo que o corpo absorvesse o impacto tardio da conversa.
Então era ele.
O nome nos contratos.
A presença silenciosa da casa.
O homem do carro.
Tudo encaixava agora, e não de um jeito confortável.
Ana to