A manhã chegou devagar.
A luz atravessava a cortina clara do quarto, espalhando um brilho suave pelas paredes brancas. O hospital já estava mais movimentado do que na madrugada, mas dentro do quarto o ambiente permanecia calmo.
Ana abriu os olhos lentamente.
A cabeça ainda doía, mas menos do que antes. O corpo parecia pesado, como se ainda estivesse tentando recuperar o equilíbrio depois de algo muito maior que ela mesma.
Quando virou o rosto, viu que Natan estava na cadeira ao lado da