256. Você Não Vai Ser Mais Ninguém
Meu cérebro manda um sinal para o corpo se mover, gritar, fechar a porta. O corpo não obedece.
Não consigo me mover.
Simon, aqui, na minha porta. Fisicamente diferente do que me lembrava, mas com o mesmo olhar calmo, como se estar aqui não fosse errado.
— Como… — começo, com a voz trêmula. — Como você me encontrou?
— Chicago não foi difícil — responde, como se a pergunta fosse desnecessária. — Seu irmão movimentou recursos para cá há algumas semanas. Filial, segurança reforçada, você sumindo da