Conversa

Brody

Minhas pernas estavam doendo e os músculos pareciam pesados. Eu não sabia muito bem quanto tinha corrido, mas a julgar pelas gotículas de suor em minha pele e as manchas na minha regata, suponhava que o suficiente. Eu tinha um ótimo porte físico graças ao meu trabalho, e tinha, de alguma forma, fazer tudo isso funcionar. Meu pai estava a meu lado, correndo. Ele também parecia cansado, mas como o bom cabeça dura que é, não diria isso a ninguém.

— Acho que já chega — eu disse, parando e puxando ar. Coloquei as mãos nos quadris e encarei meu pai virar e olhar para mim. — Estou cansado.

— Já? — Perguntou ele, achando graça. Um sorriso largo correu os lábios do velho. — Quando chegar à minha idade, não vai sobrar nada de você, garoto!

— Quando eu chegar à sua idade, você que não vai ter muita coisa sobrando! — Eu brinquei, aproximei-me do meu pai e pousei a mão em seu ombro, rindo. Ele deu risada e eu tomei água da garrafinha que segurava numa das mãos. — Obrigado por convencer a
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