Eduardo Arruda
O ar da Nigéria era denso, carregado com o cheiro de poeira e decomposição. Eu sentia o suor escorrer por dentro do meu colete tático, mas não movia um músculo.
Estávamos posicionados em uma colina baixa, observando o vilarejo que servia de entreposto para o tráfico humano. Jack estava à minha esquerda, ajustando a mira telescópica, e Maya à direita, verificando o silenciador da sua pistola.
— Alvos confirmados — a voz de Jack veio pelo comunicador, fria e profissional. — Oito