Beatriz Arruda
O balanço suave do iate de luxo era um contraste bizarro com a tempestade de violência que tínhamos deixado para trás nas montanhas de Sorrento.
Antonella Arruda estava lá, de pé no convés superior, segurando uma taça de champanhe como se estivesse comemorando um aniversário, e não o massacre da própria família.
Os hematomas causados pelo ataque na mansão eram visíveis, mas a cobra não perdia a pose.
— Minha querida Beatriz... — ela disse, abrindo os braços enquanto eu subia