Seu novo posto.
Já de manhã, acordo ainda meio grogue. Os braços de Eduardo prendem minha cintura. Fico assustada com o ato, pois estamos muito próximos.
Tento sair de seu aperto discretamente, mas ele se mexe atrás de mim e...
Estava ereto.
Em um sobressalto, levanto-me da cama.
— O que foi, Bárbara? — a voz grossa ecoa pelo quarto.
— Você não me soltava e está... — olho para baixo, e ele acompanha meu olhar.
Eduardo sorri.
— Ah, isso é ereção matinal. Coisa de homem.— Eduardo fala normalmente.
Faço uma caret