Matteo Mancini
O helicóptero ainda está no ar quando pousa, vou direto e entro na mansão.
Meu corpo vibra de raiva contida. Não é pressa — é algo mais antigo, mais instintivo. Algo que não aceita a ideia de perda. Giulia deveria estar aqui. Sob o meu teto. Sob a minha vigilância. E, mesmo assim, quase morreu.
Os homens se afastam quando passo. Eles reconhecem esse estado. Sabem quando não é o Dom que atravessa os corredores — é o predador.
Ela está na sala menor, perto da lareira apagada.
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