— SERENA, PARA!
Eu paralisei e Daniel me puxou pela cintura. Senti meu corpo se chocar com o dele e naquele minuto nada mais existia. Só a boca dele na minha enquanto as mãos me seguravam tão forte que eu mal conseguia me mover.
Não queria fugir. Meu corpo precisava daquele abraço.
A boca de Daniel parecia querer calar o mundo, a língua explorando a minha, os dedos gravados na minha pele como uma promessa.
Também não parei.
Minhas mãos entraram por baixo da camisa encharcada de Daniel. Queria s