Dormimos agarrados e fizemos amor mais vezes do que sou capaz de contar.
Não por desespero, nem para provar nada, mas porque realmente nossos corpos pediam um pelo outro.
Mas na manhã seguinte, Daniel ainda queria continuar.
Acordei com o corpo dele colado ao meu. Eu estava de costas enquanto ele acariciava a lateral do meu corpo deixando os movimentos descerem pela curva da minha cintura até o meu braço.
Depois ele descia e recomeçava. Abri os olhos preguiçosa.
— Você não cansa?
— De você? Nun