Ecos do Fogo e Esperança
Há dois mês que os aborígenes haviam encontrado os quatro sobreviventes entre os destroços e levado-os para a aldeia escondida no coração da mata.
As feridas físicas começavam a cicatrizar, mas as da alma ainda doíam.
Charlotte permanecia em silêncio quase absoluto, com o olhar perdido, os cabelos despenteados e o corpo mais frágil a cada dia.
O pequeno colar de prata que ela usava com a letra E repousava sobre o peito — era tudo o que restava da vida anterior.
Seu cor