Cheguei em casa no fim da tarde com os pés doendo e a cabeça ainda mais cansada que o corpo. Fechei a porta atrás de mim com cuidado e larguei a bolsa sobre a mesa da sala.
A palavra gravidez ainda soava estranha dentro de mim, como um idioma que eu entendia, mas não dominava. Tirei os sapatos devagar e caminhei até o sofá. Sentei-me, sentindo o estofado afundar sob o meu peso, e deixei o corpo escorregar um pouco para trás.
Acabei cochilando no sofá sem perceber, o corpo vencido mais pelo exce