Abri a porta e Sebastian Gray sorriu como se eu tivesse acabado de confessar alguma coisa sem dizer uma palavra.
Meu coração falhou.
Ele estava do outro lado, todo de preto, impecável, lindo de um jeito cruel. O tipo de homem que não precisava levantar a voz para dominar nada. Bastava existir. Bastava me olhar daquele jeito escuro, possessivo, como se já soubesse que eu tinha escolhido antes mesmo de abrir.
O olhar dele desceu por mim.
Vestido, joias, perfume.
Tudo dele.
Tudo em mim.
A mandíbul