Afastei-me do escritório com a sensação de que tinha acabado de receber instruções para operar uma máquina, não para cuidar de uma criança.
Não era apenas o que ele tinha dito — os horários, as exigências, as proibições disfarçadas de organização. Era a forma como cada palavra havia saído dele: limpa, precisa, controlada, sem nenhum respiro que denunciasse humanidade.
Não houve “por favor”, nem “eu agradeço”. Também não houve uma única frase que demonstrasse preocupação com a minha adaptação ou