NARRADORA
O ar no pequeno escritório ficou tão denso que Mark quase deixou os cafés caírem. O sorriso vitorioso de Alexandre ainda estava estampado em seu rosto, mas a mão de Sofia, que tremia há poucos segundos, agora se fechava em um punho firme. Ela olhou para Mark, que estava parado, confuso e humilhado, e depois para o homem arrogante à sua frente.
— Solte esse teste agora mesmo, Alexandre — a voz dela saiu baixa, mas com uma força que o fez hesitar.
— Sofia, não seja ridícula. Nós vamos p