LYRIC
Momentos depois, saí do quarto do homem me sentindo mais perturbada. Guinevere estava esperando bem na esquina e me observou com olhos atentos.
— Você chorou? — Ela parecia confusa.
Funguei, balançando a cabeça. — O homem e eu... só tivemos uma conversa leve.
— Então, o que ele disse? Você o tratou? Estou confusa porque Marta insistiu que foi ela.
Isso era tão difícil. Mas precisava começar a apagar meus rastros se quisesse viver.
— Foi Marta. Ontem, enquanto fazia minhas rondas, brevemente verifiquei o Sr. Pete. Não sabia que ele já estava recuperando a consciência. Deve ter sido quando Marta já tinha... sabe? Trabalhado nele. Fui a primeira médica que ele viu. Então, ele só concluiu que devia ser eu. — Estava ficando mais fácil mentir a cada dia.
Definitivamente não era uma coisa boa.
— Ah. Entendo. — Guinevere assentiu. — Ele disse mais alguma coisa, no entanto?
Engoli em seco. — Sim. Só sobre como era solitário quando estava em coma. Ele está bem agora.
Começamos a