Acordo com alguém molhando o meu rosto e ao abrir os olhos, me vejo sentada numa cadeira dentro de um quarto poeirento, com as mãos amarradas para trás.
— Onde eu tô? — Pergunto enquanto tento soltar, em vão, as minhas mãos, e encaro o homem baixinho, gordinho e com a respiração ofegante, que me acordou. — O que eu tô fazendo aqui?
— Falcão, liga pro chefe e avisa que a bela adormecida acordou.
O homem ignora os meus apelos e se encosta na mesa próxima a porta, enquanto outro homem, provavel