53. A MOLESTA ELEONORA

A naninha percebeu como o pânico apoderava-se de Eleonora. Ela sabia que deveria agir rápido se quisesse manter sob controle a situação que havia provocado ao falar das pílulas negras.  

— Espere, Marina! —chamou Eleonora, tentando soar conciliadora—. Talvez você esteja certa. Vamos falar com eles juntas. Podemos explicar a situação e garantir que Ilán receba o que precisa.  

Marina assentiu cau
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