39. O SURGIMENTO DO AMOR
A tensão entre nós era quase elétrica. Eleonora parou com raiva, seu olhar oscilando entre Ilán e eu. Finalmente, ao ver que ele apenas me olhava, com um sorriso que não chegava aos seus olhos, assentiu.
— Claro, eu não quis atrapalhar —disse, mas em sua voz havia uma promessa tácita de que não se daria por vencida tão facilmente.
Com um último olhar cheio de raiva para Ilán, que só me olhava, Eleonora se retirou do quarto. Sua silhueta imponente e seu perfume se dissiparam no ar como um m