Capítulo 30
André Luiz Albuquerque
Liguei.
Uma.
Duas.
Dez vezes.
Nada.
O telefone do Rafael caía direto no inferno da caixa postal. O da Amanda… silêncio. Frio. Vazio.
Aquilo começou a rasgar por dentro.
— Atende, caralho… — rosnei, apertando o celular com tanta força que meus dedos doeram.
Nada.
Só aquele silêncio maldito.
Olhei para o GPS.
Última localização.
Fixei o olhar.
— Vai. — minha voz saiu baixa, carregada de algo perigoso — Agora.
O carro avançou como um animal solto.
Cada segundo pa