(NARRATIVA DE JARED)
Minhas mãos tremiam ao fechar o diário, mal processando as palavras que ainda ecoavam na minha mente. Então, ouvi passos do lado de fora da porta, me arrancando do meu transe.
A porta rangeu ao abrir, e Sofia entrou, com a expressão já habitual de desagrado. Ela parou ao me ver, os olhos se estreitando com suspeita.
— Sofia. — Murmurei, com a garganta apertada. — Precisamos conversar.
Ela hesitou, as sobrancelhas se arqueando. — Sobre o quê?
Não respondi imediatamente. Em ve