(NARRATIVA DE ARIELLE)
Exausta do caos do dia, empurrei a porta da frente, ansiando pelo conforto da solidão. Entre o sabotamento do restaurante rival e as travessuras de Stephen e Rebecca, meus nervos estavam em frangalhos. Tudo o que eu queria era desabar em paz.
Mas a cena que me recebeu era surreal.
O espaço havia sido transformado em um refúgio aconchegante. A lareira, que mal era usada, agora crepitava com fogo, lançando um brilho quente e acolhedor pela sala. Os cães, recém-banhados e bem