A voz irritada de Wesley veio através do telefone.
Lancei um olhar para o visor da chamada, percebendo então que ainda não havia bloqueado Wesley: — E então?
Wesley, incitado pelo meu tom sereno, disse entre dentes: — Você tem noção de que, por não ter ido buscá-lo, ele, uma criança pequena, ficou sozinho na porta da escolinha, esperando até as nove da noite para ir para casa?
Respondi calmamente: — Sr. Guedes, parece que o senhor está culpando a pessoa errada. Agora, Vitória é a mãe dele. E eu.