POV Dylan Eu já vi mulheres nuas antes. Muitas, para ser honesto com o meu histórico que os tabloides tanto amavam esfregar na cara do meu avô. Modelos, atrizes, socialites que gastavam o PIB de um país pequeno em tratamentos estéticos. Eu conhecia a anatomia feminina perfeitamente e, na maioria das vezes, eu estava no controle absoluto da situação. Mas nada, absolutamente nada, tinha me preparado para abrir a porta daquele banheiro. O vapor morno e perfumado com orquídeas me atingiu primeiro, seguido pelo som da água respingando. E então, os meus olhos a encontraram. Lucy não estava apenas de pé no meio do mármore aquecido. Ela parecia uma maldita pintura renascentista. A pele pálida estava corada pelo calor da banheira, e gotas de água traçavam caminhos lentos e torturantes pelos ombros pequenos, descendo pelos seios perfeitamente desenhados, até a curva suave dos quadris. O meu cérebro, normalmente uma máquina fria e calculista de fechar negócios bilionários, sofreu um curto
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