POV Dylan O restante do jantar foi servido sob uma névoa de tensão insuportável. O gosto da boca de Lucy ainda queimava na minha, uma distração constante e exasperante enquanto eu tentava, sem sucesso, focar na conversa monótona sobre a flutuação do mercado de ações. Lucy não disse mais uma palavra. Ela cortava o peixe com uma precisão cirúrgica, os olhos cravados no prato de porcelana, as bochechas ainda ostentando um tom rosado adorável sob a luz do lustre de cristal. O toque do joelho dela contra o meu sob a mesa, que antes era apenas um lembrete do contrato, agora parecia emitir uma voltagem elétrica que me deixava em alerta máximo. Arthur comia em silêncio, a expressão ilegível. Vivian, por outro lado, parecia estar se divertindo às nossas custas, observando o caos familiar com o desdém olímpico de uma rainha. O problema real, no entanto, não era a fúria silenciosa do meu avô ou a diversão da minha mãe. O problema tinha nome, sobrenome e um ego maior que o Empire State: Juli
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