Toquei o ombro de Dominic, fazendo-o se virar para mim. Seu semblante se suavizou com meu toque – um pequeno alívio no meio daquela tensão. — Vá com ela, por favor, fazer o ultrassom – pedi, com a voz calma. Ele me olhou, incrédulo. — Mas, Stella… — Dominic, talvez ele seja seu filho. E você pode estar perdendo momentos importantes. Você deveria ir – insisti, com firmeza. — Eu não ligo, Stella – ele respondeu, irredutível. — Por favor, Dominic – insisti, segurando seu olhar. Finalmente, ele suspirou, cedendo. — Tudo bem, mas quero que você fique comigo. Assenti, relutante. — Então tá, né? Só falta trazer sua avó, sua irmã, os funcionários da empresa – Samira zombou, mas Dominic a ignorou. — Só vou se Stella for – ele repetiu, deixando claro. Caminhamos até a sala de ultrassom, onde um médico nos recebeu. Samira deitou-se na maca, expondo a barriga, e o médico começou o procedimento, deslizando o aparelho sobre sua pele. Ao meu lado, Dominic permanecia imóvel, seu rosto uma
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