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Voltei para casa com o coração pesado e a mente em turbilhão. Encontrei Stella no sofá da sala, enrolada numa manta, com um livro aberto no colo que ela nem parecia estar lendo. Ela se virou para mim quando fechei a porta, e eu não consegui decifrar sua expressão – estava chateada? Preocupada? Indiferente? Aproximei-me devagar, sentei ao lado dela e a puxei para o meu colo, fazendo-a ficar de frente para mim. Precisava dela mais do que nunca, daquele contato físico que me ancorava.
— Ainda