O The Fix não tinha nada de sofisticado; era o tipo de lugar autêntico e rústico que não tenta agradar ninguém. A fachada de tijolos vermelhos esmaecidos mal chamava a atenção de quem passava, e a placa de neon insistia em piscar de forma intermitente, mesmo sob o sol forte da tarde de Waco. Ao entrar, fui atingida por aquele cheiro pesado, mas estranhamente reconfortante, de cerveja derramada, madeira velha e cheiro de cigarro. A luz poeirenta que atravessava as janelas se misturava ao brilho âmbar das lâmpadas penduradas no teto. O bar estava quase vazio, ocupado apenas por alguns clientes habituais que pareciam fazer parte da mobília. Charlotte, com aquela energia inesgotável, praticamente me arrastou até dois bancos altos em frente ao balcão de madeira escura e cheia de marcas do tempo. — Agora sim! — Ela bateu as mãos na madeira, abrindo um sorriso radiante para o atendente. — Por favor, duas doses de tequila, do bom. E duas cervejas bem geladas. Eu pisquei, incrédula
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