O ar no escritório estava pesado, demais o cheiro do segredo que acabau de explodir. Safira estava pálida, e tremendo quando me viu. Seus olhos, que antes me olhavam com ternura, agora me olhavam com horror. — Você... planejou a existência deles... para me trazer pra cá? — a voz dela era um sussurro mal ouvido. Eu não respondi me dei desculpas. Eu não peço desculpas por conseguir o que sempre quis. Avancei antes que ela pudesse reagir, fechando a distância entre nós em dois passos. a segurei pelo braço e a levei para o quarto dela trancado a porta atrás de nós. Ela tentou se soltar mais eu a segurei pelo pulso com uma firmeza que beirava a agressão, mas que, para mim, era apenas o instinto de não deixá-la ir nunca mais. ela disse — Me solta, Killian! Eu vou embora agora! Eu vou chamar a polí... Antes que ela pudesse terminar a frase a beijei a força ela me de deu um tapa e se afastou do meu aperto... — Você não vai a lugar nenhum, Safira — eu disse, minha voz baixa, fria e
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