Sabrina Duran Eu queria o controle, mas também queria a entrega total. Sentei sobre as coxas de Augusto, o prendendo entre as minhas pernas, enquanto ele se recostava ligeiramente, apoiado nos cotovelos, ele me observava com uma fome que me fazia arder. Desde da nossa primeira vez era assim que nós dois vivemos, com fome um do outro. Eu estava de frente para a lareira, e a visão era surreal: o fogo crepitando diante de nós, e o homem que eu amava sob o meu domínio. Levei minhas mãos ao seu peito, arranhando levemente a pele, sentindo o arrepio que percorria o corpo dele. Augusto soltou um suspiro pesado, com os olhos fixos nos meus. Não havia nada de "robô" nele agora. Havia apenas o homem, o amante, o futuro marido. — Você é minha, Sabrina — ele disse, a voz rouca, carregada de desejo. — Em todos os sentidos possíveis. — E você é meu, Augusto Vilar — respondi, me inclinando para beijar sua boca, sentindo o gosto de vinho e promessas. — Hoje, e em todas as noites que virão. Eu c
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