Sabrina Duran
O sol de sábado nasceu tingindo as montanhas de um dourado que parecia ter sido pintado à mão. Eu acordei sentindo o peso reconfortante do braço de Augusto sobre a minha cintura, o calor do corpo dele sendo o único cobertor que eu realmente precisava. Mas o que me fez despertar de verdade, com um sorriso que eu não conseguia conter, foi o lampejo verde que brilhou no meu dedo anelar quando estiquei a mão para afastar o cabelo do rosto.
A esmeralda. Ela estava ali, sólida, real, u