Leo Tudor Margoh se aproximou novamente, invadindo meu espaço, e alisou meu braço com intimidade demais para alguém que já deveria ter entendido.— Queria te fazer companhia hoje… eu posso? perguntou, a voz carregada de intenção.Olhei para ela, incrédulo.Pasmem.— Claro que não pode, senhorita Margoh respondi, seco.Ela sorriu de canto, como se aquilo fosse um jogo. — Mas, Leo… faz tanto tempo desde aquela noite. Eu só queria matar a saudade do seu corpo.Minha paciência chegou ao limite.— Já chega, Margoh. minha voz saiu firme, cortante. Eu estava bêbado. Eu mal lembro daquela noite. Já te pedi uma vez e não vou repetir: chega desse assunto.Ela cruzou os braços, o olhar afiado. E é por causa dela, não é? Eu vejo o jeito que vocês se olham…Suspirei, sentindo a irritação subir. Ah, me poupe dos seus comentários.Levantei-me abruptamente, empurrando a cadeira para trás. Não estava disposto a continuar aquela conversa ou aquele jogo.Sem olhar para trás, segui em direção às
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