Juliana Bezerra No momento em que ele me suspendeu na água, o contato foi inevitável. Senti a rigidez dele friccionar contra a minha intimidade, e o impacto foi imediato: um gemido baixo e rouco escapou dos lábios dele, morrendo contra o meu pescoço. Ficamos ali, hipnotizados, as respirações se misturando enquanto a água do lago nos envolvia.— Eu estou tentando me controlar para não ultrapassar o limite, mas hoje... ele começou, a voz falhando.— Eu sei, Senhor Tudor murmurei, o coração martelando.— Me chama de Leo.— Leo...— Isso ele respondeu, fechando os olhos por um segundo enquanto eu, sedenta por aquele contato, dei uma leve rebolada contra ele.— Não faz assim... ele pediu, embora suas mãos me apertassem com mais força.— Eu precisava, Leo.Ele olhou para a margem e fez um sinal rápido para Richard, que entendeu na hora e distraiu Mel. Leo voltou o olhar para mim, decidido.— Vou te levar mais para o fundo, preciso sentir seus lábios.— E a Mel?— O Richard vai
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