A pressão não veio como grito.Veio como corte.Preciso.Direcionado.Irreversível.—Na mansão Valmont, a manhã começou com um silêncio ainda mais pesado do que no dia anterior.Luna estava na cozinha, imóvel, olhando para a xícara de café que já havia esfriado.Ela não conseguia parar de pensar no desenho do Elias.Não apenas no fato de ter sumido.Mas no que aquilo significava.Alguém entrou.Alguém esteve ali.E alguém decidiu levar algo que, para eles, não tinha valor.Mas para Elias…tinha.—Elias desceu devagar.Diferente dos outros dias.Sem correr.Sem chamar.Apenas caminhando.Luna se abaixou na altura dele.— Bom dia, amor.Ele assentiu.Mas não sorriu.— Quer desenhar hoje?Ele respondeu baixo:— Não.Silêncio.— Por quê?— Porque eles podem pegar de novo.Luna sentiu o peito apertar.Adrian apareceu logo atrás.Observando.Entendendo.Sem dizer nada.Porque naquele momento…não havia resposta simples.—No escritório da empresa, Adrian recebeu a primeira confirmação do
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