A pressão não veio como grito.
Veio como corte.
Preciso.
Direcionado.
Irreversível.
—
Na mansão Valmont, a manhã começou com um silêncio ainda mais pesado do que no dia anterior.
Luna estava na cozinha, imóvel, olhando para a xícara de café que já havia esfriado.
Ela não conseguia parar de pensar no desenho do Elias.
Não apenas no fato de ter sumido.
Mas no que aquilo significava.
Alguém entrou.
Alguém esteve ali.
E alguém decidiu levar algo que, para eles, não tinha valor.
Mas para Elias…
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