O impacto não veio com barulho.
Veio com ausência.
—
Na manhã seguinte, a mansão Valmont estava silenciosa demais.
Luna desceu as escadas com uma sensação estranha no peito.
Algo estava errado.
Não era intuição vaga.
Era certeza.
— Elias? — chamou.
Nenhuma resposta.
Ela caminhou até a sala.
Nada.
— Adrian!
Ele apareceu rapidamente.
— O que foi?
— O Elias não está aqui.
Silêncio.
Os dois se olharam.
Um segundo.
Dois.
E então o mundo desacelerou.
— Ele estava no quarto — disse Adrian, já subindo