O ataque não veio como esperavam.Não houve confronto direto, nem acusação aberta, nem tentativa explícita de silenciamento. O movimento foi mais sofisticado — e por isso mesmo, mais perigoso. Quando Luna percebeu, já não se tratava apenas de pressão institucional. Era pessoal.Naquela manhã, o nome dela apareceu onde nunca havia estado antes. Não em destaque, não em manchetes, mas em rodapés estratégicos, menções cruzadas, comentários aparentemente inocentes. Pequenas dúvidas plantadas com precisão cirúrgica.Nada concreto. Nada que pudesse ser facilmente desmentido.Era assim que o sistema operava quando queria corroer alguém sem assumir o custo da exposição.Luna leu tudo em silêncio. Não com indignação, mas com atenção técnica. Ela reconhecia aquele padrão — já o tinha visto ser usado contra outros. Pessoas fortes, competentes, que começaram a incomodar demais.A diferença era que agora ela estava preparada.Enquanto muitos reagiriam tentando se justificar, Luna fez o oposto: mape
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