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Aluguei Meu Marido

Aluguei Meu Marido

Depois que me casei novamente com Gustavo Silva, passei a alugar meu marido. Paula, o primeiro amor dele, vivia chamando ele para longe de mim. Desta vez, eu não chorava nem fazia escândalo como antes. Apenas cobrava por hora. De dia, eram dez mil dólares por hora. À noite, vinte mil dólares por hora. Em feriados, o valor era triplicado. Depois de três meses desse acordo, minha conta bancária já tinha quase dois milhões de dólares a mais. Gustavo tinha prometido ir comigo escolher o vestido para o jantar de gala, mas Paula ligou chorando, dizendo que tinha cortado o dedo enquanto picava legumes. Sem erguer a cabeça, apenas estendi o QR Code de pagamento para Gustavo. No meio da noite, tive uma febre alta repentina. Ele dirigia às pressas rumo ao hospital, com meu corpo ardendo no banco ao lado, quando o celular tocou de novo. Ao ver o nome de Paula piscando na tela, Gustavo hesitou várias vezes, mas acabou atendendo. O choro de Paula veio pela ligação: — Gustavo, os trovões estão muito fortes. Não consigo dormir. Você pode vir ficar comigo? Com naturalidade, peguei o guarda-chuva e pedi que ele parasse no próximo cruzamento. Diante da expressão dele, como se quisesse dizer alguma coisa e não conseguisse, apenas sorri. — Não esquece de transferir o dinheiro. Chegou o dia da consulta de retorno da nossa filha no hospital. Paula ligou outra vez: — Gustavo, Tales quer ir ao parque de diversões. Para aqueles brinquedos mais radicais, ainda precisa ter um homem junto... Depois de desligar o telefone, Gustavo virou o corpo. Mal começou a se agachar para falar com a nossa filha. Imitando meu gesto, ela estendeu a mão para ele: — Tudo bem, papai. É só transferir o dinheiro. Hoje tem que ser valor triplo.
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Meu Casamento Era uma Aposta

Meu Casamento Era uma Aposta

No dia em que supostamente assinamos os papéis no cartório, deixei a nossa certidão de casamento ao lado da louça do jantar à luz de velas, pronta para tirar uma foto e postar no Instagram. Foi quando Lucas Lopes rompeu o silêncio de forma abrupta: — Esse documento é falso. Fiquei paralisada, sentindo o mundo girar ao meu redor enquanto um gritinho animado de mulher ecoava do alto-falante do celular dele. — Ah, poxa vida! Por que você contou para ela tão cedo? Assim perde toda a graça do nosso jogo! — Reclamou a voz do outro lado da linha. Lucas franziu a testa, transparecendo puro tédio ao responder: — Ela é tão ingênua que não percebeu nada até agora, então para que continuar com esse teatrinho? A aposta é sua, Iara, você venceu e ponto final. O problema é que a minha foto já estava no ar. Em questão de segundos, todos os nossos amigos começaram a mandar mensagens comemorando o fato de que o nosso relacionamento de sete anos havia dado um passo adiante. A mesma mulher do telefone, aquela que transformou a minha adolescência em um inferno com o seu bullying implacável, deixou um comentário carregado de deboche na minha postagem. [Nossa, casaram mesmo no papel! E quando vai ser a festa para a gente comemorar de verdade?] Ponderei por um instante, respirando fundo antes de digitar a minha resposta. [Na semana que vem.]
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Os Dez Anos Deles, Os Quatro Nossos

Os Dez Anos Deles, Os Quatro Nossos

No dia em que completávamos quatro anos de namoro, Henrique me levou a um restaurante de carnes na brasa. Marina, minha melhor amiga, foi com a gente. Assim que entramos, o atendente reconheceu os dois e abriu um sorriso. — O de sempre para vocês? Henrique confirmou com a cabeça. A mesa de sempre, para dois, junto à janela. Mari do lado de dentro. Panceta bem dourada nas bordas. Molho sem cebolinha. O primeiro pedaço ia para ela. O último também. Para mim, arrumaram uma cadeira extra no corredor. Nem um potinho de molho colocaram na minha frente. Na hora de pagar, o atendente consultou o cadastro e comentou, empolgado: — Henrique e Marina, hoje é a centésima vez que vocês vêm aqui. Já podem levar a grelha personalizada de vocês. No verso, havia uma frase gravada: "Rique & Mari, sempre juntos à mesa." Embaixo, uma data. De três anos atrás. Fiquei encarando aqueles números por alguns segundos, até a lembrança finalmente voltar. Naquele dia, Henrique tinha prometido passar o meu aniversário inteiro comigo. Então aquelas duas horas em que ele simplesmente sumiu no meio da comemoração... Não tinham sido por causa de uma reunião na empresa. Marina passou a ponta dos dedos sobre a gravação e sorriu. — Quando você e a Lau se casarem, nosso jantar de todo mês vai continuar, né? Henrique ajeitou o cachecol no pescoço dela com toda a naturalidade. Só depois olhou para mim.
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Traição Antes da Cerimônia de Marcação

Traição Antes da Cerimônia de Marcação

No dia da cerimônia de marcação, o que me aguardava não foram flores ou a aceitação da alcateia, mas sim a notícia de que meu namorado, Alex Costa, havia sido pego por uma nevasca e estava desaparecido, sem deixar vestígios. Eu, Aurora Santos, perdi o homem que amava, e o filhote de lobo em meu ventre perdeu o pai. Quase morri de tristeza, mas todos tentaram me consolar: — Aurora, tente ser forte, pelo menos pelo seu filho. No dia do velório, Heitor Costa, o irmão gêmeo de Alex, que fazia a patrulha na fronteira da alcateia, voltou para casa trazendo sua companheira. Sempre que eu via Heitor, com aquele rosto idêntico ao de Alex, meu coração se contorcia de dor. Até que, numa noite, ouvi sem querer uma conversa entre minha sogra, Dona Luna, e Heitor: — Alex, você precisa fazer isso. Seu irmão morreu para salvar você. Sua cunhada está sozinha, não é fácil para ela. Quando ela tiver o bebê e se sentir mais forte, você pode realizar a cerimônia de marcação com Aurora. Depois de um longo silêncio, ouvi a tal resposta de Heitor: — Mas e Aurora? Ela ainda está esperando um filho meu. Dona Luna suspirou e disse: — Aurora é uma menina forte, muito compreensiva. Ela vai entender. Heitor respondeu resignado: — Tudo bem, mãe, farei como você pediu. Foi só então que entendi: Alex nunca havia morrido. O Heitor, meu cunhado, diante de mim era, na verdade, Alex disfarçado! Meu coração se despedaçou e liguei para meu irmão, que morava na alcateia do sul: — Mano, quero voltar para casa. Alex já morreu, não faz sentido eu ficar aqui.
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Meu Novo Vizinho Bilionário

Meu Novo Vizinho Bilionário

"Você é minha, está entendendo? -Connor olha intensamente em meus olhos, apertando minha cintura. -Se eu precisar atravessar o mundo para te seguir, eu irei. Estar na casa ao lado já é estar longe demais, raio de sol. -Preciso estar em Nova York no sábado. -Mordo o lábio, o analisando. -Vamos de jatinho ou de Mercedes? Não vai a lugar algum sem mim. -Ele avisa com a voz grave, fazendo minha pele arrepiar enquanto me puxa para si, colando nossos corpos e juntando nossos lábios." Victoria Evans não conta que sua vida pacífica vá ser abalada com a chegada de seu novo vizinho irritante na casa ao lado. Connor Jones, o herdeiro de uma fortuna que guarda um segredo obscuro e carrega uma culpa que Vic nem imagina. O bairro nunca esteve tão agitado, assim como os corações de Evans e Jones sendo separados por apenas uma janela ao descobrirem que o amor mora ao lado.
Romance
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Parceira humana do alfa

Parceira humana do alfa

Luiza andava pela rua tranquilamente, quando o homem mais lindo que ela já havia visto a fez parar abruptamente. Ele tinha os braços muito bem torneados e músculo visíveis mesmo sobre a camisa branca que usava, seu cabelo era de um negro escuro e sua pele morena, os olhos prenderam sua atenção, eles eram caramelo, porém pareciam ter um contorno de um vermelho rubi. Está é a minha parceira pensou Alex, mas... Ela é uma humana e eu sou o Alfa da alcateia da Lua Negra.
Lobisomem
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Imploraram Por Uma Chance Que Já Tinham Perdido

Imploraram Por Uma Chance Que Já Tinham Perdido

Eu já fora tratada como uma princesa por todos da Alcateia Chama. Mas, no dia em que completei dezoito anos, meu pai Alfa adotou uma órfã do orfanato, Carrie. A partir daquele momento, meu mundo virou de cabeça para baixo. Meu irmão passou a favorecê-la, desprezando-me. Meu noivo a protegia, ignorando-me. Até mesmo meu pai dizia que ela era gentil e bondosa, mil vezes melhor do que eu, sua própria filha. No dia da minha formatura, depois que eles me abandonaram pela Carrie pela centésima primeira vez, não consegui me conter e os parei: — Será que eu não sou realmente filha da família de vocês? O coração do meu pai amoleceu. Mas foi apenas por causa da Carrie. Ele protegeu a Carrie, que estava com os olhos cheios de lágrimas, atrás de si, e me deu um tapa violento. — Por que você tem que disputar tudo? Preferia nunca ter te tido como filha. Meu irmão completou: — Ter uma irmã como você é nojento, saia de casa agora! Não disse nada, apenas arrumei minhas coisas e fui embora. Eles achavam que, como sempre, podiam me ignorar e eu acabaria me acalmando sozinha, voltando como se nada tivesse acontecido. Mas eles não sabiam que, desta vez, eu não voltaria. Liguei para minha mãe e aceitei viver na distante Alcateia onde ela estava. Já que eles não me queriam, tudo bem. Eu faria o que desejavam e desapareceria do mundo deles. Mas, quando perceberam que eu realmente não voltaria, por que vieram implorar para me tratar bem?
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A Noiva do Herdeiro em Coma

A Noiva do Herdeiro em Coma

Desde quando ainda estava no ventre da minha mãe, eu conseguia enxergar a alma das pessoas e até ouvir o que elas diziam. Por causa desse dom, carregava comigo uma energia sombria que sempre incomodou meus pais. Eles preferiam cobrir minha irmã adotiva de carinho, enquanto mal conseguiam olhar para mim por mais de alguns segundos. Mais tarde, quando ela conquistou o herdeiro da família mais poderosa de Santa Vitória, tornou-se de vez a favorita de todos. No entanto, às vésperas do casamento, ele sofreu um grave acidente e entrou em coma. Quando a família dele exigiu que minha irmã adotiva honrasse o compromisso, ela se recusou sem a menor hesitação. — Querem que eu passe o resto da vida limpando o cocô e o xixi de um homem em coma? Nem morta! Não vou sacrificar meu futuro por um inútil. Prefiro morrer a me casar com ele. Foi então que vi a alma do herdeiro. Seu rosto estava tão pálido que chegava a assumir um tom azulado. Ele encarava minha irmã adotiva com um ódio quase palpável. — Como ela pode ser tão fria e ingrata? O médico deixou claro que vou acordar em menos de seis meses. Assim que isso acontecer, a primeira pessoa que aceitar cuidar de mim receberá duzentos milhões de reais. Quero só ver aquela desgraçada morrer de arrependimento. Ergui a mão, um pouco sem jeito. — Então... Que tal eu me casar com ele? Entrar para uma família rica nem era o mais importante. O que eu realmente queria eram aqueles duzentos milhões.
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Take Me To Church

Take Me To Church

Pâmela Aguiar
* Plágio é crime ! * * Essa fic e de minha autoria. * Ela foi o mais próximo que conheci do paraíso, com ela eu descobri quem eu realmente sou, eu devia ter aproveitado é a admirado mais enquanto ela estava aqui. Eu devia ter dito que ela era a luz do sol durante os domingos sombrios, a única deusa para a qual eu realizaria um sacrifício. Eles nós chamaram de " doentes ", mais eu adoraria continuar sendo doente se ela estivesse ao meu lado. * O que realmente significa pecado ? Será que somos mesmo doentes ? Ou talvez algumas pessoas nos usam como desculpa para práticar sua maldade que é escondida atrás de uma bíblia enquanto adoram em um altar de mentiras e hipocrisia ? " O hipócrita que odeia, esconde o seu ódio atrás da bajulação. Ele pode falar muito bem, mas não acredite no que ele diz porque o seu coração está cheio de ódio." - Provérbios 26: 24 a 26
Romance
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Massagem Masculina que Faz Tremer

Massagem Masculina que Faz Tremer

Após o divórcio do meu marido, para aliviar a angústia no meu coração, decidi experimentar uma massagem masculina. Para minha surpresa, aquele massagista era um verdadeiro especialista em manipular mulheres, ele me explorou por completo, por dentro e por fora...
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