Alexander chegou ao seu escritório naquele dia ainda sentindo fadiga. Sentou-se em sua imponente escrivaninha, sentindo a cabeça pesada. O trabalho parecia um castigo naquele dia. Inclinou-se para frente, apoiando os cotovelos na madeira polida, e questionou-se em voz alta, sem notar que falava sozinho.
— Fiz bem em me desculpar? O que ganho mostrando fraqueza? — murmurou, com a frustração palpável no tom de voz. — O que faço agora?
Nesse exato instante, a porta se abriu sem uma batida prévia.