Me aproximo.
- Ainda pensa na nossa primeira vez? Eu sonho com os seus toques toda noite.
Acaricio seu peitoral suculento, que passei a língua quando fizemos sexo. Ele pega na minha mão. Seu olhar, que antes era de luxúria, agora é de raiva.
- Pare de tentar me seduzir. Você é apenas a minha esposa de conveniência.
Liberto minha mão.
- Então pare de ficar me encarando desse jeito tão irresistível, maldito bipolar.
Soco seu corpo, que é duro como uma rocha.
- Não entendo a sua insis