O sono de Elara, antes um refúgio de paz e familiaridade, transformou-se em um palco para a dança proibida de seus desejos mais profundos. Na penumbra da noite, as estrelas que ela tanto amava se materializaram não como pontos distantes de luz, mas como o brilho enigmático nos olhos de Kael. Ele estava ali, não como o bibliotecário peculiar, nem como o alienígena em missão, mas como a personificação de um anseio que ela mal ousava reconhecer. O ar ao redor deles vibrava com uma energia sutil, q