Ao voltar para meu quarto naquela noite, tudo no que eu conseguia pensar era em Eriel. No toque de suas mãos, o calor de sua língua em meu pescoço. Me joguei naquela cama, suspirando. Faminta, com calor.
Eu queria ele, Deus como eu queria.
Tentei adormecer, parar de pensar. Mas era impossível, ele estava em minha mente, em meu corpo.
Comecei a acariciar minhas pernas, tentando suprir sua lembrança. Mas não era a mesma coisa, eu queria as mãos dele.
Bufei brava.
- não, não... Eu preciso dor