O quarto do bebê ainda cheirava a pólvora.
O vidro quebrado espalhava-se pelo chão como pequenos cristais brilhando sob a luz do abajur tombado.
O choro do bebê ecoava alto, desesperado.
Aurora tremia da cabeça aos pés.
Seus braços apertavam o filho com tanta força que Adrian precisou tocar seu rosto para fazê-la voltar a respirar.
— Aurora.
Olhe para mim.
Ela ergueu os olhos.
As lágrimas escorriam sem controle.
— Adrian…
A voz falhou.
O corpo cedeu.
Adrian a segurou antes que suas pernas fraqu