Minhas mãos correram para o corrimão do prédio, apertando, tentando controlar as borboletas.
— Cortei os carboidratos — disse sorrindo, olhando em sua direção, embora ele claramente não tenha achado graça. Trancou a mandíbula.
— Não digo disso — sua voz era séria e rouca. Virando-se para mim a sua expressão era de quase repulsa. Como se eu tivesse dito que curtia necrofilia. — Você parece… — Ele parou de falar, como se pensasse na próxima palavra — Adulta.
Eu ri. Um riso seco. Sério? Ac