116- Preciso de um tempo.

Na prisão, Luíza e Letícia ouviram as agentes penitenciárias falando sobre a morte da mulher do dono do cassino.

Comentavam sobre como o cortejo foi grande, e que o, agora viúvo, parecia arrasado.

- De quem vocês estão falando? Letícia perguntou pela grade.

- Da mulher de Edgard Curioni.

- É uma pena, ela parecia uma mulher incrível, doou sua casa para ajudar muitas mulheres e crianças. Disse uma outra.

Kakakakaka Letícia soltou uma gargalhada.

- Alana está morta mãe! Conseguimos! Letícia diss
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Suzete Monteiro BittencourtEu até estava gostando da estória, apesar que já estava meio clichê ela sendo sequestrada duas vezes e sendo mulher de mafioso e não ter seguranças. Mas simular a morte dela fazendo o Edgar sofrer sem ele dar motivos foi demais.
Luciana Nunes Saesnão é possível, a coitada sofreu tanto, e quando estava começando a ficar feliz, alguém a mata. fala sério, isso não pode ser assim
Josete PonceAinda não acredito que Alana morreu História vai ficar sem pé nem cabeça
sheyla oliveiramais uma vez a história se torna sem pé nem cabeça,sem sentido algum,agora Alana supostamente morreu, palhaçada.AFF,já deu dessa história maluca já devia ter acabado faz tempo
Beth TintinoPerdi completamente a vontade de lê esse livro
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